New York Times quer expandir seus negócios no mundo dos games 

Jornal americano comprou jogo ‘Wordle’
Foto do New York Times que comprou o jogo Wordle

Ah, pronto, agora a The Compass quer um game também. Depois da Sony anunciar que comprou a dona do jogo Halo e Destiny, a Bungie, a New York Times pegou o embalo e comprou o jogo Wordle. 

Jornais entrando no mundo game? 

As mães que lutem, porque jogar não é mais coisa de desocupado e está virando negócio e investimento para todo mundo. Além das competições que premiam os vencedores, hoje é possível ser pago para jogar. 

De olho nessa indústria que movimenta milhões por ano, os veículos de informação e de educação já estão virando a página da caretice e investindo pesado no setor de games. 

Assim, um dos jornais mais famosos do mundo abriu o caixa e desembolsou vários bolinhos de dólares e adquiriu o jogo ‘Wordle’, que foi lançado em outubro do ano passado e em menos de dois meses já contava com mais de 300 mil jogadores. 

E vem aí o ‘play-to-learn’!

Que jogo é esse?

É um joguinho de nerd, daquela turma que adora decifrar palavras. Para jogar, é preciso preencher uma tabela com espaço para 5 caracteres em apenas 6 tentativas. 

Caso o jogador erre, é tchau, bom dia, tente amanhã com uma nova palavra. A única dica são as cores dos quadradinhos de cada caractere. 

Se ao adicionar uma letra, o espaço ficar na cor preta, então ela está incorreta. Se ficar amarelo, a letra faz parte da palavra, mas está no lugar errado. E se ficar verde, comemora, miséria. 

Assim como o Candy Crush, que faz a cabeça das nossas tias, o resultado do Wordle pode ser compartilhado e esfregado na cara de quem não conseguiu decifrar a palavra do dia. 

Segundo o New York Times, o ranking dos jogadores será mantido e por hora o jogo será gratuito. Ou seja, ‘vamos viciar o povo primeiro, depois eles vão pagar para continuar usando’.

Uma jogada clássica da indústria! 

Será que isso tem futuro? 

Não há dúvidas que o entretenimento é muito importante. Contudo, a necessidade de aprender, estudar e estar informado é maior. Então, ver os veículos educativos e informativos se reinventando para atrair público é maravilhoso. 

O acesso ao ensino tem crescido, mas atrair adeptos é mais lento que atrair jogadores. Se há uma maneira de unir os dois em um, pronto, é o match perfeito. 

Aliás, o ADM já vai mandar uma cartinha para o chefe para lançar o nosso play-to-learn também. 

Quem jogaria? 

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