Ifood vai lançar moto elétrica nos próximos dias

Veículo promete redução de até 70% dos custos para os entregadores
foto da moto elétrica do Ifood

É palmeiras na final do mundial de clubes, e as motos elétricas do Ifood nas ruas do Brasil. Pois é, duas coisas inéditas. A empresa é a primeira a incentivar a mudança e promete uma redução de até 70% nos gastos para os entregadores.

Que novidade é essa? 

Já tem um tempo que o Ifood está prometendo essas motinhas recarregáveis, mas parece que agora vai. A empresa que fez parceria com a montadora brasileira, Voltz, pretende lançar seus modelos nas próximas semanas. 

Quem quiser dar um grau com essa máquina, poderá ter descontos na pré-venda e uma ajudinha para financiar. O valor da bicha ainda não foi divulgado, porém, o preço desse modelo pela montadora é de R$ 16.490. 

Observação: Empinar a moto é crime, então, cuidado, ‘abiguinho’.

Qual a vantagem para o entregador? 

A top one, é a redução das despesas. De acordo com o próprio Ifood, dado o preço da gasolina, a economia para o bolso do piloto pode chegar até 70%, já considerando a recarga de bateria e manutenção.

Considere que um entregador gasta cerca de R$ 380 de combustível para percorrer 2 mil km por mês. Quanto 70% disso representa? 

Tempo na tela… 

De acordo com os meus conhecimentos, a reposta seria se R$ 266. Agora imagine que esse motoboy pega esse valor e investe todo mês no prefixado do tesouro direto para retirar o dinheiro em 2024. 

Após simulação no site do Tesouro, o bonito teria investido R$ 7.714,00 e receberia em 1° de julho de 2024 R$ 8.509,56. 

É dinheiro ou não é? 

Por que o Ifood tomou essa iniciativa? 

A princípio, para incentivar os entregadores que andam desanimados com o preço da gasolina e estão deixando os serviços. 

A outra razão é a redução de poluentes nesse azul celeste brasileiro que dependendo de onde você esteja, ele já não é mais tão celeste assim. 

A previsão é de aproximadamente 10 mil dessas motocas nas ruas até o final deste ano, o que reduziria a emissão de 30 mil toneladas de CO2. 

Assim, a empresa fica bonita na foto e valorizada pelos investidores da camisa verde. Que podem ser palmeirenses ou não. 

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