Gemini, corretora de criptomoedas, capta US$ 400 milhões para construir metaverso

A empresa dos irmãos Winklevoss revelou que quer abrir filiais em diferentes "mundos virtuais"
Gemini, corretora de criptomoedas, capta US$ 400 milhões para construir metaverso

A Gemini, empresa de criptomoedas dos gêmeos Winklevoss, anunciou hoje (19) uma captação de US$ 400 milhões para a construção de um metaverso descentralizado.

Esta foi a primeira vez que a corretora dos irmãos Cameron e Tyler Winklevoss buscou financiamento externo. Os gêmeos se tornaram conhecidos por processar Mark Zuckerberg por ter roubado deles a ideia do Facebook.

Com a rodada, a empresa chegou a um valor de mercado de US$ 7,1 bilhões e agora deve dedicar parte de seus esforços para expandir sua atuação virtualmente, de uma forma bastante futurista.

O que é metaverso?

O metaverso é, basicamente, um universo onde não existem barreiras entre o mundo físico e o digital.

A ideia é que as pessoas possam fazer todas as atividades que elas fazem no mundo real, como trabalhar, viajar, fazer amizades e até lidar com questões econômicas próprias daquele metaverso. Isso tudo ocorrerá por meio de uma mistura de realidade aumentada, virtual e mista.

Como a Gemini quer explorar o metaverso?

No caso da Gemini, a proposta é criar mais de um desses ‘mundos virtuais’ e expandir suas operações dentro deles, em vez de abrir unidades físicas ao redor do mundo.

Assim, os clientes poderão visitar diferentes filiais da empresa, conhecer novas pessoas e viver experiências imersivas sem precisar sair de casa.

Tendência dos próximos anos

O anúncio feito pela empresa dos irmãos Winklevoss reforça que o metaverso é a grande aposta das companhias de tecnologia para os próximos anos.

Além da Gemini, a Microsoft e a Epic Games, por exemplo, também já anunciaram projetos deste segmento. Há ainda a Meta (antigo Facebook), que anunciou a abertura de dez mil postos de trabalho para a criação de um metaverso.

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