Brasil é o país que mais cresce em e-commerce na América Latina

No cenário global, o Brasil fica atrás somente da Índia, segundo o ranking do eMarketer
Mãos de pessoa em notebook, uma delas segurando um cartão de crédito

Não é novidade que o marketing digital, os infoprodutos e as lojas de comércio online estão ganhando cada vez mais espaço no Brasil. De acordo com o relatório Latin America Ecommerce Forecast 2021, da consultoria eMarketer, as vendas do e-commerce no Brasil devem crescer 26,8% em 2021, quando comparado ao ano passado. O número coloca o país na liderança da América Latina. 

No ranking global da pesquisa, o Brasil fica atrás somente da Índia, que tem um crescimento esperado de 27% para este ano. Por outro lado, o país é seguido por Rússia, com 26,1%, e Argentina, com 26%. O top 5 da pesquisa é encerrado por outro país latino-americano, o México, com um avanço esperado de 21,1% nas vendas digitais.

Apesar do forte crescimento neste ano, o Brasil ainda deve encerrar 2021 como o 10° maior comércio digital do mundo. De acordo com a pesquisa, o país fica atrás de nações como Canadá, França, Alemanha, Coreia do Sul, Reino Unido e Estados Unidos.

Segue o líder! 

Com uma participação estimada de 52,1% do e-commerce global em 2021, a China deve continuar ocupando a primeira colocação no ranking de maiores varejos digitais do mundo. O país asiático é seguido pelos Estados Unidos, com um percentual de vendas de 19%. 

“O grande número de compradores digitais e seu crescente poder de compra coletiva manterão a China na liderança em qualquer futuro previsível”

aponta o estudo realizado pelo eMarketer

O bom desempenho do país liderado por Xi Jinping é um dos responsáveis por fazer com que a região Ásia-Pacífico seja o maior mercado de comércio eletrônico do mundo, de acordo com a pesquisa. 

A expectativa é que os países situados nesta região levantem US$ 3 trilhões em vendas no e-commerce em 2021. O número é três vezes maior do que o varejo eletrônico da América do Norte e quase cinco vezes superior ao registrado pela Europa Ocidental.

Já para a América Latina, a previsão é que as vendas somem US$ 131,4 bilhões. O montante fará com que a região agora ultrapasse a Europa Central e Ocidental, que somaram um número maior de vendas em comparação aos países latino-americanos em 2020.

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