Rico e XP criam fundo voltado ao metaverso

Apple e Microsoft estão no pacote com aporte mínimo de R$ 100
ambiente de metaverso

A XP e a Rico montaram uma sacolinha especial para os investidores que apostam no metaverso. Mas, mesmo para quem acha que isso é coisa de quem não tem o que fazer, o fundo traz vantagens também, já que reúne só as Tops do momento. 

Qual é a boa? 

Duas corretoras brasileiras, a XP e a Rico, querendo animar a segundona dos brasileirinhos, anunciaram um fundo de investimento, que é aquela sacolinha do mercado financeiro que reúne ações de empresas em um lugar só. 

Então, nesse pacote, o investidor pode encontrar ações da deliciosa Apple, da Microsoft, da Meta do falecido “Facebook”, entre outras empresas de tecnologia. 

O beijinho na bochecha do comprador desse fundo foi o valor mínimo inicial, que é de R$ 100. Mais barato que uma calça para uma jovem de 16 anos, que é mais R$ 300 reais. 

E ainda, o bendito fundo conta com proteção cambial à variação do dólar frente ao real. 

Rasga, papai! 

Proteção cambial? O que é isso? 

Até mesmo os novinhos que estão lendo essa notícia sabem que nossa moeda já valeu o mesmo que o dólar. Ou seja, US$ 1 equivalia a R$ 1. 

Isso já faz 84 anos… Brincadeira! 

Considerando que ao investir em um fundo que reúne ações de empresas estrangeiras faz com que seu rendimento seja em dólares, mas, que esses dólares são convertidos em reais, pode ser que seja necessária uma proteção. 

Pense em uma empresa que quer receber em moeda americana, já que está valendo mais que a nossa, vende então seus produtos na gringa. 

Porém, essa vendedora só receberá o pagamento em cinco anos. Quer dizer que não dá para saber quanto a moeda vai valer quando o depósito cair na conta. 

Por isso, existem meios para garantir que o pagamento não será inferior ao que a empresa gastou para produzir e exportar. Daí, sabiamente a empresa busca maneiras de se proteger da variação das moedas. 

ADM, você acha mesmo que o dólar vai se desvalorizar?

Colega, só nosso Senhor sabe. Dado o crescente aumento de moedas, sobretudo virtuais, quem sabe o que pode acontecer com o dólar? Pensando naquele “vai que…”, a XP e a Rico pensaram por bem fazer uso da proteção. 

O fundo que foca no metaverso, ambiente que vai simular o mundo físico no virtual, terá taxa de administração de R$ 0,75 ao ano e não possui taxa de performance. 

Quem pretende fazer esse aporte futurista? 

Inscreva-se na nossa newsletter!