Coinbase, corretora de criptoativos, atingiu cerca de US$ 2 bilhões de receita líquida no trimestre

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A Coinbase, corretora de criptomoedas, atingiu US$ 2 bilhões de receita neste trimestre. No trimestre anterior, o valor era US$ 1,54 bilhões e no último semestre de 2020, US$ 467 milhões. É um baita aumento!

Isso faz bastante sentido quando se sabe que a quantidade de criptomoedas em circulação está crescendo tanto

No entanto, embora em relação aos trimestres anteriores o crescimento tenha sido grande, a corretora teme que algumas fontes de receita possam ter queda no próximo trimestre.

A maior parte da receita atual vem de transações em sua base de clientes no varejo. Já instituições são responsáveis por cerca de US$ 100 milhões – de cerca de US$ 2 bilhões na receita.

Taxas de custódia são responsáveis por cerca de US$ 37 milhões da receita, assim como um valor próximo – cerca de US$ 39 milhões – é “receita de blockchain”, segundo comunicado da empresa.

Outro fato interessante é que mais uma fonte de receita tem sido nas campanhas chamadas “Coinbase Earn”, nas quais a pessoa ganha criptomoedas enquanto aprende sobre elas, nas palavras do site. Isso trouxe cerca de US$ 17 milhões da receita.

Além disso, o volume de negociações, segundo a corretora, foi 26% em ether (ETH) e 24% em bitcoin (BTC), quando se compara ambas.

O forte momento de alta do mercado cripto e a inovação dos produtos disponíveis pela corretora foram responsáveis por esse crescimento de quase 50% no volume de negociações, afirma a Coinbase.

“O crescimento no volume de negociações do varejo foi impulsionado pelo forte momento do mercado cripto, pela inovação de produtos e pela nossa capacidade de suportar mais ativos para negociações. O volume de negociações institucionais foi de US$ 317 bilhões, um aumento de 47% em relação ao primeiro trimestre.”

O aumento do número de usuários ao mês realizando transações também subiu de 6,1 milhões para 8,8 milhões do primeiro para o segundo trimestre, segundo a própria Coinbase. Este volume de transações, no entanto, pode diminuir nos próximos meses segundo análises da própria corretora.

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