B3 lança ETF com 100% em criptoativos DeFi

Aporte inicial é de R$10 e taxa de administração em 0,9% a.a.
Foto de rede DeFi com ETF de criptoativos

“Se todo mundo viu, por que você não tá vendo? Todo esse esforço que eu tô fazendo…”. Hoje, a B3 lançou seu primeiro ETF totalmente voltado para investimentos em criptoativos DeFi. 

O que é um ETF? 

São fundos de investimentos que reúnem ações de diferentes empresas. Imagine comprar várias ações de diferentes companhias com um único aporte. É claro que ele tem seus riscos, já que ninguém sabe se vai valorizar ou não. 

Contudo, considerando que você tem diversas ações em um mesmo pacote, caso uma delas caia, as outras seguram. Mas se todas caírem, então você está de parabéns, bebê, azarado como você não nasce mais. 

Todavia, a QR Asset Management, uma gestora brasileira, pensando nos mais desconfiados desse novo universo de finanças descentralizadas, lançou em nossa B3 o QDFI11, um ETF voltado para os criptoativos do DeFi com aplicação mínima de R$10. 

Poxa, R$10 é um pastel com caldo de cana, vai. Ou não está bom? 

E o que é DeFi? 

Sem engabelação, é um conjunto de produtos e serviços financeiros. Por exemplo, empréstimos, transferências de dinheiro, pagamento de dívidas e afins. 

Porém, nas finanças descentralizadas não existe uma entidade como um banco ou um governo validando a transação. Por isso o nome “descentralizada”, já que não depende de um único intermediário cobrando para validar o seu negócio. 

Então, essas negociações ocorrem dentro de uma rede, a rede Blockchain, um sistema que permite rastrear o envio e o recebimento de uma informação. Dispensando assim aqueles bancos que adoram cobrar uma taxa que ninguém sabe para o que serve. 

Por fim, acreditando que o futuro são os criptoativos, ou seja, o dinheiro virtual, os contratos virtuais e as artes virtuais, um ETF totalmente cheio de ações desse universo parece gostosinho. 

Para que serve um ativo que eu não posso tocar? 

Essa discussão vai longe… Mas a maior parte dos investidores dos criptoativos os compram como reserva de valor. 

Isso quer dizer que o fato do dinheiro digital ser limitado, ou seja, não pode ser impresso a qualquer momento como o real, dá a ele um status de raridade. 

E como tudo que é demais sobra, e o que sobra é resto, o que é de menos é raro, e o que é raro tem muito valor. 

Se vai vingar ou vai flopar, o tempo dirá. 

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