B3 atinge 5 milhões de contas de pessoas físicas

Brasileiros estão perdendo o medo da renda variável
fachada da B3 que tem ações de renda variável

Breno Perrucho, Bruno Perini, Nathalia Arcuri, Thiago Nigro, entre outros. A quem você é grato pelo que aprendeu sobre finanças? B3 anunciou hoje que em janeiro a empresa atingiu 5 milhões de contas abertas. Brasileiros vão perdendo o medo da renda variável. 

É para aplaudir de pé! 

Qual a novidade? 

A bolsa brasileira está ficando mais cheinha. Em janeiro deste ano, a B3 registrou o número de 5 milhões de CPFs na atividade. E é em renda variável, tá? Uhuuuum. 

Ou seja, é o brasileiro descendo para o play cheio de gás. Os homens somam uma parcela maior com 3,8 mi e as mulheres em 1,2 milhões. 

A princípio, os novinhos no mercado colocam só o pezinho na água, fazendo aportes baixos, ficando em uma média de R$ 44. Conforme a confiança vai aumentando, o mergulho vai ficando mais profundo.

É possível verificar isso checando o número de CPFs que estão comprando BDRs, que são recibos que representam ações de empresas listadas em bolsas gringas. O aumento foi de 994%. 

Enquanto alguns pensam que os brasileiros não sabem nem o que é B3, eles estão sabendo e comprando ações de outras bolsas inclusive. 

Vai, abestado. 

O que provocou esse avanço? 

Segundo o diretor de Relacionamento com Clientes e Pessoa Física, Felipe Paiva, o período em que a taxa básica de juros, a Selic, estava baixa foi um grande motivador para a procura por opções mais rentáveis que a poupança e os títulos do tesouro direto. 

Isso porque, com os juros dos empréstimos para governo e bancos rendendo menos, a procura por investimentos mais arriscados, como os de renda variável, tornaram-se interessantes. 

Na renda variável o investidor não sabe se vai ganhar ou perder. Ele compra ações de uma empresa apostando que cada pedacinho dela vai se valorizar. 

Assim, no futuro, quando ele for vender aquele papel, vai lucrar com a diferença entre o que ele gastou e o que ele vai ganhar a mais. 

E isso é bom? 

É delicioso! Não apenas para empresas que receberão mais dinheiro para se desenvolver, mas também para quem já investe, já que mais gente querendo comprar faz o preço das ações subirem. 

Além disso, tem o fator educacional. O interesse em assuntos como economia, negócios e investimentos pode fazer nosso país crescer. E depois de tanta peleja, nós merecemos. 

Quem foi o seu 1° tutor nos investimentos?

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