Rússia alerta para o risco de uma Terceira Guerra Mundial

Hoje 40 países decidirão sobre envio de armas para a Ucrânia
foto de soldado da Rússia

Blefe ou aviso? Rússia faz alerta para uma Terceira Guerra Mundial. Declaração antecede cúpula de segurança que vai acontecer hoje na Alemanha.

O que disse a Rússia?

A declaração veio do ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergei Lavrov, em entrevista a agências de notícias russas. De acordo com o Lavrov, o risco de uma Terceira Guerra Mundial é real e não pode ser subestimado. 

A fala do ministro aconteceu ontem, e pode ter sido motivada por uma declaração toda animadinha de Lloyd Austin, chefe do Pentágono, que é o Departamento de Defesa dos EUA. 

Segundo Austin, a Ucrânia pode vencer “se tiver o equipamento certo e o apoio adequado”, disse isso no domingo em visita a Kiev, capital da Ucrânia. 

Que equipamento? E que apoio seria esse? 

Pois então, hoje uma cúpula de segurança vai acontecer na Alemanha. O convite partiu dos EUA e vai reunir 40 países. O assunto? “Enviar mais armas para a Ucrânia ou não enviar? Eis a questão”. 

Entre os convidados, Japão, Austrália, Finlândia e Suécia. Estas duas últimas, que sempre fugiram de brigas, agora cogitam ingressar na OTAN, Organização do Tratado do Atlântico Norte. 

Isso porque a OTAN é uma aliança militar entre países que prometem proteger a nação do amiguinho caso haja ameaça de invasão de algum outro país fanfarrão. 

Assim, a declaração do ministro da Rússia de que pode sim haver uma Terceira Guerra Mundial, pode ser entendida como um recadinho para os países que desejam ajudar a Ucrânia enviando ‘brinquedinhos de guerra’.

Quem será que recua primeiro?

Isso só Jesus Cristo sabe. 

Contudo, é importante pontuar que a Rússia está correndo contra o tempo, já que está perdendo muito dinheiro nesse conflito. Embora o porquinho da Ucrânia também tenha emagrecido, o país tem recebido generosas doações de países como os EUA. 

Por outro lado, a Rússia parece não ter medo de usar sua força nuclear, que de acordo com a FAS, Federação dos Cientistas Americanos, em portugês, se somadas com o arsenal dos EUA representam cerca de 90% das armas nucleares do mundo. 

Mas, vale a pena usar uma arma que pode matar o atirador também? Só nos resta esperar. 

Inscreva-se na nossa newsletter!