Preços aos consumidores desaceleram em julho nos EUA, mas seguem em alta

Não tá fácil pra ninguém... o índice de inflação subiu 5,4% nos últimos 12 meses na terra do tio Sam
Imagem da bandeira dos EUA, simbolizando confiança dos consumidores

Inflação chegando a 8,99% em 12 meses no Brasil e batendo 5,4% nos Estados Unidos em um ano… Realmente não está fácil, meus amigos!

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), como é chamado o principal indicador de inflação dos EUA, subiu 0,5% em julho, em relação ao mês anterior. O avanço aconteceu após uma alta de 0,9% em junho na comparação mensal, o que indica uma leve desaceleração.

Em meio ao avanço da variante Delta do coronavírus, a alta do indicador ficou alinhada com as expectativas dos especialistas. Os analistas ouvidos pela agência de notícias Reuters, por exemplo, cravaram o aumento de 0,5% da inflação no país.

Além disso, o governo norte-americano informou que o núcleo do CPI subiu 4,3% na comparação anual e 0,3% na análise mensal.

Esse indicador também é utilizado para medir a inflação. No entanto, ele não considera os componentes mais voláteis de alimentos e energia, que podem potencializar o aumento dos preços e que são levados em conta no CPI oficial.

O que contribuiu para a alta?

Entender a lei da oferta e da demanda é importante para compreender um dos fatores que está contribuindo para a alta da inflação nos EUA.

Isso porque, de acordo com o governo norte-americano, a rápida recuperação econômica causou um desalinhamento entre a oferta e a demanda de alguns setores importantes da economia.

Na prática, algumas empresas ainda estão se recuperando da crise e reconstruindo seus estoques. Porém, com a retomada da economia, os consumidores já estão saindo às ruas para encher os carrinhos.

Dessa forma, com a oferta reduzida e a demanda crescente, os produtos estão ficando mais valiosos.

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