Joe Biden manda o papo reto ao defender sua agenda econômica

Presidente americano vai ‘all-in’ para defender sua política econômica, diz que o plano está funcionando e ainda busca apoio para gastar mais.
Joe Biden exibindo papel

Ele tá, tá movimentando a economia nos Estados Unidos. Ele tá, tá movimentando a inflação também. Ontem, o presidente dos Estados Unidos Joe Biden defendeu sua agenda econômica de críticas da oposição.

O chefão deu o papo reto na rapaziada que diz que os gastos do governo com programas de auxílio estão superaquecendo a economia e levando à alta da inflação.

La vision da oposição por lá é o seguinte: 

O governo continua gastando com auxílios emergenciais, o que tem causado os trabalhadores a relaxarem em casa um pouco mais. 

Com isso falta gente com disposição pra trabalhar; o que leva as companhias a pagarem mais para atrair mão de obra. 

Pagando mais, a tendência é que elas também aumentem os preços de seus produtos, e aí: VU-A-LÁ, MON AMI: inflação.

Mas Joe Biden está suave na gerência da situação, e afirmou que os salários maiores são sinais de que sua agenda está funcionando e de que as grandes companhias podem muito bem pagar mais aos seus funcionários sem aumentarem seus preços.

Mas será que a conta fecha mesmo no longo prazo? O homem ainda está buscando apoio para mais uma rodada de US$ 3 trilhões de dólares em auxílios para os americanos. 

A oposição diz que o homem está viajando.

Biden lançou a braba e falou que o plano é atingir nos EUA o que na economia nós chamamos de ‘Pleno Emprego’. 

Nesse patamar , é o empregador quem tem que competir para atrair mais trabalhadores, ao invés do contrário, segundo Biden.

O Pleno Emprego é quando todo mundo que pode e quer trabalhar consegue achar trabalho rapidinho. Daí, o que acontece: ao invés de trabalhadores competirem para achar emprego, os empregadores têm que competir para atrair trabalhadores. A tendência então é que empregadores paguem mais e ofereçam mais benefícios para atrair trabalhadores para seus negócios.

Além disso, o presidente quer também aumentar os impostos sobre corporações para 28% — o que financiaria o ambicioso plano de infraestrutura do governo.

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