Ex-presidente da Braskem é condenado a 20 meses de prisão nos EUA por corrupção

20 meses de prisão

José Carlos Grubisich, ex-presidente da Braskem foi condenado a 20 meses de prisão pela Justiça dos Estados Unidos. 

O caso tem um buraco muito mais embaixo do que você imagina. O envolvimento de José Carlos envolve suborno a funcionários públicos, esquema com a Petrobrás e escândalos que também envolviam a Odebrecht na operação Lava Jato

O que faz a Braskem? 

A Braskem é uma empresa gigantesca que atua no ramo petroquímico sendo a maior empresa do segmento nas Américas e a quarta maior produtora de polipropileno dos Estados Unidos. 

A empresa integrou esquemas de corrupção que movimentou mais nada mais nada menos do que US$250 milhões em propina para conseguir fechar contratos. A Odebrecht era controladora da Braskem e quem liderava as negociações das propinas e era diretor-geral da empresa era José Carlos Grubisich.

Revisitando a cadeia… 

Grubisich saiu em abril de 2020 da cadeia após pagar uma fiança de US$30 milhões. Daquela vez, ele tinha sido preso por subornar funcionários do governo brasileiro e usado entre 2002 e 2014, violando a Lei de Práticas Corruptas no Exterior. 

“Grubisich abusou de sua posição de confiança como presidente-executivo da Braskem para facilitar e ocultar o pagamento de milhões de dólares em subornos para que a Braskem pudesse aumentar seus lucros e seus executivos seniores, incluindo o próprio Grubisich, pudessem se beneficiar pessoalmente”, disse o procurador em exercício Mark J. Lesko, do distrito leste de Nova York.

Você também pode curtir: Petrobrás irá pagar R$1,4 bilhão por desastre ambiental de 21 anos atrás

Inscreva-se na nossa newsletter!