Olimpíadas de Tóquio: 5 histórias marcantes que vão te inspirar

Esses atletas que arrebentaram nas Olimpíadas de Tóquio podem nos ensinar muito!
5 histórias marcantes das Olimpíadas de Tóquio

As Olimpíadas de Tóquio terminam no próximo domingo (8), para a nossa tristeza. Atletas jovens, histórias surpreendentes e muitas medalhas para o Brasil (já são 20 garantidas!) voltaram os olhares do país inteiro para a competição.

Não é à toa que as vendas de produtos esportivos no e-commerce aumentaram, como já mostramos aqui. Para aproveitar a oportunidade, o Magazine Luiza decidiu dar descontos de até 70% nos itens de esporte, inclusive.

Muito além de gerar novas oportunidades de negócio, os Jogos Olímpicos também têm muito para nos ensinar por meio das histórias dos atletas. Prova disso são esses cinco exemplos que você vai conferir a seguir:

Rebeca Andrade

5 histórias marcantes das Olimpíadas de Tóquio
(Foto: Loic Venance / AFP)

Se você não estava isolado da humanidade nos últimos dias, você provavelmente ouviu falar em Rebeca Andrade. Nossa medalhista de ouro e prata nas categorias de ginástica artística individual e salto é um fenômeno das Olímpiadas!

O que pouca gente sabe, no entanto, é que Rebeca teve que enfrentar uma longa jornada até levar o “Baile de Favela” para o outro lado do planeta.

A ginasta nasceu na periferia de São Paulo e começou no esporte por meio de um projeto social de iniciação esportiva. Segundo a atleta, em entrevista à TV Globo, as dificuldades financeiras eram tantas nessa época que ela já precisou ir a pé aos treinos, caminhando mais de duas horas.

Com somente nove anos, Rebeca se mudou e passou um ano morando em Curitiba, a convite do técnico Francisco Porath, o Chico, que a treina até hoje.

Se você ainda está achando isso pouco, a medalhista do Brasil ainda passou por três cirurgias antes das Olimpíadas de Tóquio. A última delas, em 2019, quase a fez desistir da competição e do esporte.

Ainda bem que ela continuou, né?! É um exemplo de perseverança!

Rayssa Leal, Sky Brown e Kokona Hiraki

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(Foto: Julio Detefon/CBSk)

Você sabe o que esses nomes têm em comum? Além de serem talentos do skate, as três nasceram em 2008 e são as medalhistas mais jovens de Tóquio.

Rayssa, a fadinha, conquistou a medalha de prata no skate street e passou a ostentar o posto de medalhista mais jovem do Brasil! Já a amiga da brasileira, Sky Brown, que representa o Reino Unido na competição, foi responsável por segurar a medalha de bronze no skate park.

Kokona Hiraki, a mais nova entre elas, só completará 13 anos no final do ano. Como Rayssa, a japonesa também conquistou a medalha de prata, mas no skate park.

Com isso, o questionamento é: será que tem idade para o sucesso?

Mary Hanna

5 histórias marcantes das Olimpíadas de Tóquio
(Foto: Reprodução/Twitter)

Outra história dos jogos que também chama atenção é de Mary Hanna, a atleta mais velha da competição.

Aos 66 anos, a australiana tem quase 54 anos de diferença para Kokona, que ainda está prestes a completar 13 anos. Ao contrário do que pode parecer, Hanna é um sucesso do hipismo.

A atleta já participou de seis edições dos jogos – 1996, 2000, 2004, 2012, 2016 e 2020. Em entrevista recente, Hanna afirmou até que já está de olho em 2024, nas Olímpiadas de Paris. Haja fôlego!

“A não ser que meu corpo quebre todo, com certeza estou pensando em 2024”, brincou ela, em uma entrevista publicada no UOL. Esse é um dos exemplos claros em que o amor pelo esporte fala mais alto!

Sebastian Brendel

5 histórias marcantes das Olimpíadas de Tóquio
Sebastian Brendel e Isaquias Queiroz (Foto: Divulgação/Olympics)

Quem aí iria imaginar que um dos maiores nomes da canoagem  atualmente é empreendedor e oficial de polícia?

O alemão Sebastian Brendel, principal rival do brasileiro Isaquias Queiroz na canoagem, é tricampeão olímpico. Além disso, ele ostenta 12 ouros em competições mundiais e mais de 13 em campeonatos na Europa.

Fora da água, Sebastian é oficial da polícia alemã. Além disso, pensando em juntar uma grana extra para a aposentadoria, o atleta decidiu apostar em uma paixão antiga e empreender.

Fã de culinária, ele lançou neste ano sua própria marca de produtos orgânicos: a Brendels.

Gianmarco Tamberi e Mutaz Essa Barshim

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Gianmarco Tamberi e Mutaz Essa (Foto: Getty Images)

Nada melhor do que encerrar essa lista com uma história que reforça o espírito olímpico!

O atleta italiano Gianmarco Tamberi e o catari Mutaz Essa Barshim conseguiram um feito surpreendente: empatar no salto em altura. Pela primeira vez em 113 anos, os dois tiveram a mesma pontuação em uma edição dos Jogos Olímpicos.

A partir daí, eles poderiam escolher entre disputar novamente e lutar pela prata ou ouro ou dividir a medalha dourada. Os dois optaram pela segunda alternativa e agora podem se considerar os dois melhores do mundo na modalidade! Demais, né?

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