Servidores do Tesouro Nacional anunciam que vão parar

Funcionários do Banco Central e do INSS já estão em greve
Foto do ministério da economia que está em tratativa com o Tesouro Nacional

Servidores do Tesouro Nacional anunciaram que vão seguir funcionários do Banco Central e do INSS e também vão parar. 

Mais gente querendo entrar em greve?

Pois é, Chuchu, após adesão por parte dos servidores do BC e do INSS, agora são os servidores do Tesouro Nacional que vão aderir a paradinha. 

De acordo com os novos grevistas, a paralisação começa já na segunda-feira, dia 23/05, e vai durar até quando Deus quiser. Ou seja, ninguém sabe quando vai acabar. 

Aliás, os funcionários da CGU, Controladoria Geral da União, declararam que vão decidir na sexta-feira, 20/05, se também entrarão em greve ou não. 

Essas categorias reivindicam um aumento salarial de 27%. Isso porque o governo federal declarou no ano passado que faria um reajuste no salário de policiais federais.

Essa declaração causou ciúme nos demais servidores federais, que passaram a exigir um aumento no holerite. E enquanto isso não acontece, a greve come solta. 

Afinal, o que faz o Tesouro Nacional?

De maneira bem resumida e mastigadinha, o Tesouro Nacional é basicamente o caixa do nosso país. É ele o responsável por fazer o controle da arrecadação e dos gastos públicos. 

Ou seja, o que entra de impostos, e o que sai para pagamento de funcionários, ministérios e serviços para a população é controlado por esse órgão. 

Você já emprestou dinheiro para o governo? Então saiba que foi através dos serviços do Tesouro Nacional que isso aconteceu. Afinal, é ele quem emite esses títulos da dívida pública, que o investidor adquire esperando receber com juros no futuro. 

Será que essa greve pode prejudicar os investidores?

Não é possível dizer isso ainda. Porque a greve terá início na segunda que vem, logo, só saberemos o quanto isso pode ser prejudicial com o passar do tempo, caso não haja acordo entre os servidores e o governo. 

O Ministério da Economia está tentando convencer todos os grevistas a aceitarem um aumento salarial de 5%. 

Contudo, essa proposta já foi recusada com a justificativa de que esse percentual não passa nem perto do índice de inflação que está acima de 12% no Brasil. 

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