PIB cresce pela terceira vez consecutiva

O resultado divulgado representa uma alta de 1% no primeiro trimestre.
Imagem de gráficos, simbolizando o crescimento do PIB

O crescimento do PIB pelo terceiro trimestre seguido quer dizer que os dias de luta da economia brasileira passaram e à frente somente dias de glória?

PIB com sorriso largo

Nesta quinta-feira (02) o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, divulgou o resultado do PIB. Em comparação com o trimestre passado, o Produto Interno Bruto do Brasil, desta vez, apresentou crescimento de 1%.

Traduzindo o resultado, o PIB registrado entre os meses de janeiro e março deste ano chegou a R$ 2,249 bilhões de reais. A alta também torna o número desse primeiro semestre de 2022 maior do que o mesmo semestre do ano anterior em 1,7%.

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O que fez o PIB sorrir?

De acordo com o IBGE, o PIB, que na prática é o resultado da soma dos produtos e serviços produzidos no país, teve sua alta baseada principalmente no aumento do consumo das famílias, sobretudo no que diz respeito ao setor dos serviços.

Nesse sentido, o setor que representa cerca de 70% da economia, empurrou os resultados para cima, aproveitando a firme reabertura da economia. O crescimento também é devido ao aumento do consumo das famílias, que aumentou em 0,7%.

Tudo são flores?

Acima de tudo, para o governo, o resultado do PIB é positivo e representa um crescimento sólido da economia brasileira. De acordo com a Secretaria de Política Econômica (SPE), a expectativa é que em breve o país supere os danos da pandemia e da recessão de 2015.

No entanto, ainda existem fatores que deixam o governo preocupado. Dentre eles, ainda segundo a SPE, o conflito entre Rússia e Ucrânia traz inseguranças sobre o futuro, pressionando a inflação que, além de tudo, ainda sofre com os resíduos da pandemia.

Igualmente, outro dado de tirar um pouco o sono é o índice do PIB que representa investimentos diretos na economia. Neste trimestre, o resultado foi 3,5% menor do que no último de 2021, representando cerca de 18,7% do PIB.

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