IPCA-15 mostra leve queda na inflação que ainda é alta 

Analistas previam 0,43% e o índice apontou 0,58%
foto de real desvalorizado pela inflação segundo o IPCA-15

“Você não vale nada, mas eu gosto de você, tudo que eu queria era saber por que…”. Eita realzinho sofrido, viu? Embora o IPCA-15 que aponta como anda a inflação no país tenha mostrado uma queda, os números ficaram acima do que os especialistas previam. 

Chora não, miséria!

O que raios é IPCA-15? 

Uma das coisas que mais assusta no mercado financeiro são suas siglas, daí porque muita gente tem preguiça e prefere ver memes no instagram. 

Eu nem julgo. 

Mas é o seguinte, o índice IPCA significa Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo. Ele é responsável por medir a inflação no país. Ou seja, verificar se os produtos e serviços ficaram mais caros e quanto mais caro ou se ficaram mais baratos. 

A cada mês, o IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, faz os cálculos e joga para a população. Contudo, para os ansiosos existe o IPCA-15 que adianta o resultado do mês. 

Isso quer dizer, que o IPCA-15 é o cálculo da inflação observado no intervalo de 15 dias. Isso faz ele ser mais preciso, já que é mais curto. 

De quanto foi a alta e o que aumentou? 

Os matemáticos ansiosos apontaram uma estimativa de 0,43% até 0,81% de inflação para o mês de janeiro. Com uma margem dessa fica difícil errar, não é, seus nerds? 

Brincadeira! Adoramos vocês! 

Daí, os calculistas do IBGE mostraram os números reais que são de 0,58%. Então, resumindo, essa porcentagem nos diz que os preços das coisas subiram nessa medida.

Os principais atingidos pelo aumento de valores foram os alimentos, itens de saúde e beleza, como os produtos Jequiti, os aluguéis também subiram bastante e o transporte. 

Estão conseguindo encher o tanque, bebês? 

E o Paulo Guedes pretende fazer o quê?

A princípio, quem decide sobre isso é o Banco Central. O ministro da economia já está há um tempo buzinando no ouvido dos diretores para que aumentem a taxa básica de juros, a Selic. 

Essa manobra visa fazer com que o custo para financiamentos e empréstimos cresça ainda mais, e assim, as pessoas deixem de gastar tanto para que os preços dos produtos caiam. 

Lembrando que a Selic que atualmente está em 9,25% pode subir para 10,75%. E o investidor de renda fixa já fica todo aceso. 

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