Inflação pelo IGP-DI atinge 2,01% em janeiro

Em dezembro de 2021 o índice era de 1,25%
porquinho com dinheiro da inflação calculada pelo IGP-DI

“Aaaaai, tô valendo nada, Vish, a minha carne é fraca, nossa, assim você acaba me matando…”. A inflação segundo o IGP-DI de janeiro de 2022 subiu para 2,01%. Em dezemdo do ano passado a porcentagem era de 1,25%. 

O que é o IGP-DI? 

A princípio, o IGP-DI é um outro índice que analisa como anda a inflação no “Brazuca”. A avaliação considera o primeiro dia do mês até o último. 

Os produtos e serviços analisados por esse índice são amplos. Vai desde a matéria prima, aos bens e serviços finais. Ou seja, do trigo ao pão, bebê. 

Contudo, o IGP-DI não considera apenas o que a gente pode comer, mas também matérias primas úteis para a indústria, que vai transformar o bruto em algo utilizável no dia-a-dia. 

Assim, o índice estuda os preços dos legumes, bebidas, remédios, embalagens, aluguel, a diarista, o ‘busão’, blusinhas, a casquinha mista no shopping, entre muitos outros. Tudo mesmo! 

Ué, mas quem avalia isso não é o IGP-M? 

Também, coração. Porém, a diferença é o período de análise de cada índice. Enquanto que no IGP-DI faz a análise do 1° dia do mês até o último, o IGP-M analisa do dia 21 ao dia 20 do mês seguinte.

Vai sair todo mundo daqui economista de tanto ler sobre essas coisas. 

Para se ter uma noção da importância desse índice, considere que seu percentual alto atinge tanto o rico caviar, quanto o pobre comedor de cuscuz com ovo. 

Isso porque, o IGP-DI é utilizado para ajustar valor de aluguel, tarifas públicas, tarifas de transporte e até planos de saúde e de seguros. 

Ou seja, está todo mundo no mesmo barco. Titanic, o nome. Brincadeira! 

Por que o índice disparou? 

Segundo analistas, os maiores responsáveis foram os preços das commodities, que são os produtos básicos industrializados, como soja, milho e ferro. E os combustíveis que também tiveram sua participação nesse caos. 

Dada a pandemia que desacelerou a economia, fazendo com que os preços subissem por falta de produtos e muita gente precisando comprar, fatores ambientais também entram na conta, já que em alguns lugares choveu muito e em outros, nada.

Além, é claro, do dólar prestando continência para o Senhor de tanto que fez subir o preço do barril de petróleo. E para transportar tudo isso, haja gasolina. E é quando tudo fica caro. 

Dias de lutas, dias de derrotas. Quando será que tudo isso vai passar? 

Inscreva-se na nossa newsletter!