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Inflação em novembro deu um respiro, mas ainda é alta

“Garçom, troca o DVD que essa moda me faz sofrer e o coração não aguenta…”
Homem mostrando o dinheiro na mão representando a inflação
(Beto Chagas/Agência OGlobo)

Ahhh inflação, sua danada. O índice IPCA trouxe o balanço para o mês de novembro que foi de 0,95%. Embora tenha sido menor que o índice de outubro, que ficou em 1,25%, foi a maior variação para o mês onze desde 2015. 

Calma aí, ADM. Vai devagar. Inflação? 

A inflação é o termo utilizado para se referir a alta de preços de produtos e serviços. O preço da coquinha gelada na hora do almoço subiu? Pois é, foi a inflação malvadona. 

E o IPCA? 

O IPCA significa (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo). Esse índice serve para medir o aumento de preços do país, analisando quais e quantos produtos subiram ou desceram. O IPCA é medido pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatítica (IBGE).

A alta da inflação acontece principalmente quando há mais pessoas comprando e menos ofertas de venda. E se faltam produtos na prateleira, os que estão nela ficam mais caros.

E como resolver a inflação, gente? 

O governo tenta dar uma segurada na inflação elevando a taxa básica de juros, a Selic. A Selic é a Regina Geoge das demais taxas de juros. Como a abelha rainha, a Selic serve como referência para as demais taxas. 

Enfim, com a Selic alta, o custo para financiamentos e empréstimos aumenta, menos dinheiro circula, as pessoas diminuem as compras  e os preços dos produtos caem. 

O governo aumentou a Selic dias atrás, não foi? 

Sim! Isso tem se mostrado necessário já que a meta do governo de 5,25% de inflação para os 12 meses de 2021 foi dobrada e já chegou a 10,74%, a maior desde 2003. 

Talvez a inflação tenha levado a sério o que a ex-presidente Dilma dizia sobre dobrar a meta quando ela fosse atingida… 

Vamos aguardar os próximos índices após o recente aumento da Selic para 9,25%. 

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