Governo publicou texto que reduz em até 25% o IPI

Redução para veículos ficou em 18,5%
presidente publica texto que reduz IPI

Pausa nas notícias da gringa e voltemos para o Brasil. O governo federal publicou texto que reduz em até 25% o IPI. Automóveis terão redução de 18,5% e produtos com tabaco ficam de fora. 

Que novidade é essa?

Na semana passada o ministro Paulo Guedes já havia mencionado o plano do governo em reduzir o IPI. Então, uma semana depois veio a publicação do textinho. 

De acordo com a proposta, o imposto sobre produtos industrializados seria reduzido em até 25%, com exceção de produtos com tabaco. Os fumantes que lutem contra o imposto alto.

Lembrando que os produtos industrializados são aqueles que passam por etapas de fabricação para chegar até você, ou seja, quase tudo dentro da sua casa, e do que você veste ao que come.

Esse imposto é pago pela indústria. Logo, se as fábricas tiverem um custo menor para produzir é possível que haja uma redução no preço dos produtinhos das prateleiras dos mercados. 

Magazine Luiza curtiu esse post. 

Espera aí! De onde o governo vai tirar esse dinheiro? 

Tem que ter alguma pegadinha, não é? Senão, não é BR. Contudo, o governo assegura que não haverá compensação já que esse tipo de imposto não exige que sua redução seja compensada em outro. 

Além disso, o ministério da economia acrescentou que a arrecadação de impostos em janeiro deste ano foi tão alta que segura fácil as pontas. Isso porque, o valor arrecadado foi de R$235,5 bilhões. 

Ou seja, quase a metade do patrimônio do bili Zuckerberg em apenas um mês. Eita dinheiro da lasqueira!

Assim, o governo federal vai deixar de arrecadar em 2022 cerca de R$19,5 bilhões e em 2023 aproximadamente R$20,9 bi. 

Será que esse texto vai ser aprovado?

Segundo o sr. Guedes, sim, visto que o presidente da Câmara, Arthur Lira, está totalmente dentro. Mas, o governo pode ter problemas. 

Isso porque o TSE, Tribunal Superior Eleitoral, vai analisar se a proposta de redução de impostos em ano de eleição é válida, já que essa arma nas mãos do governo pode desequilibrar o jogo eleitoral. 

E aí? Será que passa, menino(a)?

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