Brasil poderá ter 14 milhões de desempregados em 2022

Previsão para o mundo é de 52 milhões de empregos a menos
homem desempregado no Brasil

Parece que o brasileiro vai ter que rebolar no Tik Tok mesmo, porque o emprego está difícil. OIT, Organização Internacional do Trabalho prevê 52 milhões de empregos a menos no mundo. O Brasil poderá ter 14 milhões de desempregados esse ano. 

Chora, miséria! 

Que lástima é essa, gente?

A pandemia segue fazendo vítimas, e não só as que estão nos hospitais. Por todo o mundo, as altas nas taxas de desempregados só aumentam. 

Para 2022, a previsão mundial é de 207 milhões de pessoas paradas. Em 2019, antes da pandemia vir à tona, o número era de 186 mi, segundo dados da OIT. 

Para o Brasil, os números também não animam. No final de 2019 os desempregados somavam 12,5 milhões. Para este ano, uma previsão de 1,5 mi a mais.

Anitta, faz alguma coisa, mulher!

ADM, você está tirando isso das vozes da sua cabeça?

Claro que não, pitchulinha. Aqui é ‘responsa’. Os dados são da OIT. 

A Organização Internacional do Trabalho tem o papel de estabelecer regras para o mercado de trabalho. Seguem esses comandos quem faz parte da instituição. E o Brasil está na roda.

Contudo, vale pontuar que, embora os empregos formais tenham caído, o número de trabalhos temporários cresceu 15% em 2021 em relação a 2020.

Além disso, o trabalho informal representou mais de 70% da criação de novos empregos. 

É claro que muita gente sonha em ter sua carteira assinada, mas dadas as circunstâncias, qualquer coisa é melhor que nada. 

O Brasil está lascado? 

O desemprego causado principalmente pela pandemia que obrigou o comércio a fechar suas portas, demitir funcionários, que sem dinheiro deixaram de consumir, foi trágico.

Porém, dados do Ministério da Economia revelam que em 2020, 20 milhões de novos negócios foram criados. 

Quando as empresas fecham suas portas, milhares de pequenas empresas são criadas. Lembre-se de que grandes países são construídos às custas desses guerreiros. 

Sei que isso não resolve o problema crescente da fome mundial. Mas faz bem tentar ver o copo meio cheio. 

Inscreva-se na nossa newsletter!