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Biden amplia a lista para 59 empresas proibidas de receber investimentos

Chineses acusam os EUA de violar o livre mercado.
Bandeira dos EUA ao lado da Bandeira da China

Mais um episódio desse confronto clássico entre EUA x China. E dessa vez o Joezão Biden não aliviou! E os chineses não ficaram quietos também!

Nesta quinta-feira (03) o presidente dos Estados Unidos anunciou a inclusão de mais 28 empresas chinesas na lista que proíbe que instituições americanas invistam nessas companhias.

Por que existe essa proibição?

Essa lista foi criada inicialmente pelo ex-presidente Donald Trump com a alegação de que tais empresas teriam relações muito próximas com o exército chinês, o que consequentemente implicaria no uso de informações em benefício dos órgãos de defesa chinesa.

Dessa forma, as instituições americanas estão proibidas de investirem em qualquer empresa presente nesta lista.

Além disso, Joe Biden não só continuou com essa lista como acabou de ampliar a quantidade de empresas chinesas que a compõem. Antes eram 31 companhias e agora somam 59.

Segundo o comunicado da Casa Branca, essa medida serve para combater os “graves abusos dos direitos humanos”.

Qual foi a resposta da China?

Obviamente os chineses não gostaram nada dessa decisão do atual presidente norte-americano. Wang Wenbin, o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, acusou os EUA de violarem a ordem do livre mercado.

O porta-voz ainda pediu que Biden acabe com essa lista, defendendo que a China e os Estados Unidos possuem interesses em comum. Completou dizendo que o presidente estaria “abusando dos aparatos do Estado” para restringir as empresas chinesas.

Quais empresas estão nesta lista?

As novas empresas adicionadas na lista não foram divulgadas ainda, mas a seleção original de Donald Trump possui grandes empresas como a Huawei, China Railway Construction, a petrolífera CNOOC entre outros.

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